19/12/2014 - VÍRUS EBOLA

O primeiro relato do vírus Ebola foi em 1976 na África,
especificamente em Nzara, no Sudão, em Yambuku, e na República Democrática do
Congo, em um local próximo do Rio Ebola, que deu origem ao nome da doença.
Atualmente alguns países do continente africano estão sendo vitimas de uma
Epidemia desse vírus que é considerado perigoso, e apresenta uma alta taxa de
mortalidade.



Os morcegos frutívoros são apontados como hospedeiros
naturais do vírus Ebola. E de acordo com pesquisas já realizadas esse vírus
possui cinco espécies, que são Bundibugyo, Costa Marfim, Reston, Sudão e Zaire,
nomes definidos a partir das regiões de origem, sendo importante enfatizar que
quatro desses causam a doença em humanos. Estudos apontaram que o vírus da
espécie Reston não causa a doença, e mesmo que o indivíduo seja infectado não
oferece nenhum risco tanto de uma enfermidade, como também de óbito. 



O vírus é transmitido através do contato com sangue,
secreções ou outros fluidos corporais. Os profissionais de saúde que estão
cuidando desses pacientes infectados devem utilizar Equipamentos de Proteção
Individual (EPI), pois alguns profissionais já foram contaminados por meio do
contato direto com pacientes.






Os
sintomas não contribui muito para o diagnóstico do vírus Ebola, e geralmente os
infectados apresentam febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça,
inflamação na garganta, e posteriormente pode ocasionar vômitos, diarreia. O
diagnóstico é realizado em laboratório, através de cinco diferentes testes.






O
tratamento da doença ainda precisa ser aprimorado, pois ainda não existe uma
terapia específica. As equipes médicas trabalham com uma série de medidas como
hidratação do paciente, controlar infecções, conservar os níveis de oxigênio e
pressão sanguínea. E com os alertas da equipe Médicos sem Fronteiras (MSF), e
da Organização Mundial de Saúde (OMS), sobre os grandes números de casos da
doença, tem se intensificado estudos sobre o vírus para que essa Epidemia não
se torne uma Pandemia. 



O controle da Ebola está cada vez mais difícil nos países
africanos, portanto a medicina precisa correr contra o tempo para apresentar
uma solução ou controle dos avanços dessa doença. As pesquisas se concentram em
um tratamento mais eficiente, e até mesmo uma vacina capaz de prevenir a infecção
pelo vírus.





REFERÊNCIAS





MEDICOS SEM FRONTEIRAS. EBOLA. Disponível em www.msf.org.br/ebola. Acesso 06 de
Julho de 2014.



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